<b>Prata do Lixo</b>
O site do Jornal do Commercio do Recife lançou um hotsite especial sobre o valor da latinha de alumínio para a sociedade. A reportagem <a href="http://www2.uol.com.br/jc/sites/lata">Prata do Lixo</a> traça um panorama sócio-econômico-ambiental de todo o ciclo que envolve a embalagem, destacando com sensibilidade o cotidiano das pessoas que participam do processo. O hotsite mostra que a reciclagem de latas de alumínio ajuda a reduzir o impacto ambiental e, pelo valor do material, é também um bom negócio para toda a cadeia econômica.
<b>Portal Americano</b>
A Alcoa, um dos maiores produtores de alumínio do mundo, criou um portal que mostra as vantagens da reciclagem de latinhas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa. O site da <a href="http://www.alcoa.com/alcoa_recycling/en/home.asp">Alcoa</a> está disponível só em inglês, mas destaca a liderança brasileira no ranking de reciclagem de latas de alumínio. A Alcoa Recycling Company, a exemplo da Abralatas, também criou um blog com as últimas notícias de interesse do setor. O desafio americano, segundo a empresa, é atingir um índice de reciclagem de 75% em 2015.
<b>No dia-a-dia</b>
A Associação Brasileira do Alumínio (ABAL) iniciou campanha publicitária para ressaltar a presença do alumínio no dia-a-dia do consumidor final: em embalagens, produtos para o lar, para uso pessoal, em equipamentos, transportes, construção civil etc. Esta fase da campanha "Escolha Alumínio para a sua vida" terá duração de cinco meses e destaca que a escolha por esse material oferece inúmeras vantagens, devido às suas características. Nas fases anteriores, a campanha foi voltada para a opinião pública em geral e abordou a importância econômica do setor e seu compromisso com o desenvolvimento sustentável; a segunda foi voltada ao público de negócios e mostrou as vantagens do alumínio na fabricação de bens. Hoje, os fabricantes de latas são os maiores consumidores de alumínio no país, respondendo por 23,28% do consumo total. De todo o alumínio reciclado no Brasil, 43,95% são latinhas. |