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O novo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, teve atuação marcante na área de consumo e produção responsável durante sua gestão na Secretaria do Ambiente do Rio de Janeiro. Preocupado com a poluição provocada por embalagens usadas, Minc defendeu a criação de mecanismos para taxar a produção de empresas consideradas poluidoras e dar descontos para produtos de menor impacto ambiental.
Em entrevista recente, o novo ministro disse que este tipo de medida interessa ao Estado porque reduz os custos para despoluir rios. "A Serla - órgão gestor de recursos hídricos do Estado do Rio de Janeiro - gasta R$ 18 milhões por ano na limpeza de rios com a dragagem de verdadeiros rios de plástico e a Secretaria de Saúde mais de R$ 50 milhões com doenças de veiculação hídrica", afirmou.
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