2007, o ano da latinha
Consumo de latas de alumínio bate novo recorde e supera crescimento de diversos setores da economia
O consumo de bebidas em lata no país cresceu 13,5% em 2007, índice muito superior à estimativa de crescimento de outras embalagens e mais de duas vezes a média da economia brasileira. Como resultado, as vendas alcançaram 12,2 bilhões de unidades, elevando o consumo per capita para 64 latinhas/ano, conforme números que estão sendo divulgados hoje pela Abralatas (Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade).

Os números da latinha são surpreendentes. Nos últimos dois anos, o crescimento acumulado do setor foi de 25%, impulsionado pelo aumento da renda e do crédito e, principalmente, pela melhor distribuição de renda. Faixas da população passaram a ter acesso a produtos melhores e mais sofisticados, melhorando o perfil de consumo e a qualidade de vida.
 
Somado a isso, a indústria diversificou e descentralizou sua produção, reduzindo custos de distribuição e substituindo produtos importados, como a lata de 473 ml, que passou a ser fabricada no Brasil. Hoje, a indústria da latinha está espalhada por 10 estados, com 13 fábricas, se aproximando cada vez mais dos centros de consumo e dos fabricantes de bebidas.

A Abralatas considera que um outro fator está sendo determinante para o crescimento das vendas: a preocupação com o aquecimento global e com práticas de sustentabilidade. Estudos garantem que a lata de alumínio é a embalagem de menor impacto ambiental, não só pelo elevado índice de reciclagem (cerca de 95%) mas considerando todo o ciclo de vida das embalagens.


Fonte: Abralatas

Autor: Abralatas