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    Foto: Carlos Guilherme

    Seleção em campo

    Consumidor tem opção de lata para cada situação de consumo

    Outro ponto que favoreceu o crescimento do consumo de latas no país foi a oferta de embalagens em diversos tamanhos. A indústria nacional já produz um time de latas com formatos diferentes, se ajustando às necessidades do consumidor e ao momento do consumo. As vendas das latas em formato alternativo (diferentes da latinha tradicional de 350ml) cresceram 33% em 2012 em relação ao ano anterior. “Hoje, de cada quatro latas produzidas no Brasil, uma não é no formato standard. Em 2005, eram apenas 0,5%. Isso significa que o consumidor exigiu modelos diferentes para cada momento de consumo e foi atendido”, avalia o diretor executivo da Abralatas.

    Além da embalagem tradicional, as fábricas colocaram no mercado embalagens maiores, para consumo compartilhado, embalagens mais “esbeltas”, para momentos sofisticados, e embalagens menores, adequando à dosagem desejada. Acima de 350ml há o latão com as capacidades de 710, 550, 475 e 425ml. São muito utilizados para cerveja e para energéticos. As latas de menor diâmetro, chamadas de sleek, atraem pela delicadeza e pela sofisticação, ideal para festas mais refinadas. Uma delas, também de 350ml, ganhou o apelido de Top Model. Há também com capacidade para 269 e 310ml. As menores (slim e squat), de 250ml, são muito usadas para sucos e até mesmo para refrigerantes.


    Marco histórico

    A história da lata de alumínio no Brasil, que em 2013 completará 24 anos, atingiu um marco relevante em dezembro: a produção de 20 bilhões de latas em um ano e de 200 bilhões de latas desde o início da sua fabricação no país. Apenas três países no mundo, além do Brasil, produzem mais de 20 bilhões de latas por ano: Estados Unidos, China e Japão.

    Uma das explicações para o crescimento do consumo da lata no Brasil, explica Renault Castro, é o aumento da participação da embalagem no mercado de cerveja. “Até 2006, a lata representava apenas 30% da cerveja comercializada no país. Com a adoção de novas tecnologias, especialmente no design das embalagens, e com a oferta de formatos adequados para cada momento de consumo, a lata ganhou espaço e hoje está perto dos 40% de participação”, destaca Renault Castro.




    Escrito por Abralatas

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